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Catequese do Papa sobre os Mandamentos (Décima)

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Categoria: Notícias
Publicado em Domingo, 16 Setembro 2018

AUDIÊNCIA GERAL
Praça São Pedro
Quarta-feira, 21 novembro de 2018

Os nossos encontros sobre o Decálogo levam-nos hoje ao último mandamento. Ouvimo-lo na introdução. Estas não são as últimas palavras do texto, mas muito mais: são o cumprimento da viagem através do Decálogo, tocando o coração de tudo aquilo que nele nos é transmitido. Com efeito, vendo bem, não acrescentam um conteúdo novo: as indicações «não cobiçarás a mulher [...], nem coisa alguma que pertença ao teu próximo» estão pelo menos latentes nos mandamentos sobre o adultério e sobre o furto; então, qual é a função destas palavras? É um resumo? É algo mais?

Recordemos que todos os mandamentos têm a tarefa de indicar o confim da vida, o limite para além do qual o homem se destrói a si mesmo e ao próximo, danificando a sua relação com Deus. Se fores mais além, destruir-te-ás a ti mesmo, destruirás também a relação com Deus e o relacionamento com os outros. Os mandamentos indicam isto. Através desta última palavra põe-se em evidência o facto de que todas as transgressões nascem de uma comum raiz interior: os desejos maléficos. Todos os pecados nascem de um desejo maligno. Todos! É ali que o coração começa a mover-se; assim a pessoa entra naquela onda e acaba numa transgressão. Mas não numa transgressão formal, legal: numa transgressão que fere a si mesmo e ao próximo.

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Mandamentos introdução 1
Mandamentos introdução 2
Mandamentos introdução 3
Primeiro Mandamento1
Primeiro Mandamento2
Segundo Mandamento
Terceiro Mandamento1
Terceiro Mandamento 2
Quarto Mandamento
Quinto Mandamento 1
Quinto Mandamento 2
Sexto e Nono Mandamento 1
Sexto e Nono Mandamento 2
Sétimo Mandamento
Oitavo Mandamento
Décimo Mandamento

Cursos de iniciação

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Categoria: Notícias
Publicado em Domingo, 16 Setembro 2018

Todos, tudo e sempre em missão

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Categoria: Notícias
Publicado em Quarta, 06 Junho 2018

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Homilia de D. Virgílio no Dia do Corpo de Deus

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Categoria: Notícias
Publicado em Quarta, 06 Junho 2018

HOMILIA DE D. VIRGÍLIO NO DIA DO CORPO DE DEUS

Caríssimos irmãos e irmãs!

A promessa de Jesus “Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos” (Mt 28, 20) e “Não vos deixarei órfãos; Eu voltarei a vós!” (Jo 14, 18), cumpre-se de muitas formas, mas de modo muito especial – de modo sacramental – na Eucaristia.

O cristianismo é uma constante afirmação da presença de Jesus Cristo no coração e na vida do seu povo: na encarnação nasce entre nós e torna-se um irmão, na páscoa oferece-se por nós, para partilhar a totalidade das nossas dores e nos libertar do poder do mal; na ressurreição alcança-nos a glória e na ascensão volta para junto do Pai, assegurando sempre a presença em nós e na comunidade dos discípulos por meio da força do Espírito Santo.

A certeza de fé acerca da presença de Jesus em nós e na comunidade cristã responde a uma necessidade humana de extrema importância para que vivamos em paz interior: a necessidade de companhia. A presença dos outros na nossa vida e a nossa presença na vida dos outros, quando é uma presença fiel e acolhida com confiança, torna-se potenciadora da paz interior e do equilíbrio humano; ajuda a enfrentar todos os medos que se instalam no coração. A presença de Jesus na nossa vida e a certeza da sua companhia divina, amorosa e fiel, constitui algo de essencial na vida de um cristão e fortalece-o no meio de todas as adversidades. De um modo especial, quem acredita na presença de Jesus na Eucaristia que se celebra ou que se adora e mantém com Ele uma relação de diálogo, confiança, amizade, pode progredir na fé, na vida espiritual e cristã, no amor a Deus e aos outros, porque sente-se sempre em companhia e não cede aos temores da solidão.

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Terceira Catequese do Papa sobre o Crisma

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Categoria: Notícias
Publicado em Quarta, 06 Junho 2018

PAPA FRANCISCO
TERCEIRA CATEQUESE SOBRE O CRISMA
FRUTOS DO SACRAMENTO
Quarta-feira, 6 de junho de 2018

 

Bom dia, prezados irmãos e irmãs!

Prosseguindo a reflexão sobre o Sacramento da Confirmação, consideremos os efeitos que o dom do Espírito Santo faz amadurecer nos crismandos, levando-os a tornar-se, por sua vez, uma dádiva para os outros. O Espírito Santo é um dom! Recordemos que, quando nos dá a unção com o óleo, o bispo diz: “Recebe o Espírito Santo, que te é concedido como dom”. Aquele dom do Espírito Santo entra em nós e frutifica, para que nós o possamos transmitir aos demais. Receber sempre para oferecer: nunca receber e conservar as coisas dentro, como se alma fosse um armazém. Não: receber sempre para oferecer. Recebemos as graças de Deus para as dar aos outros. Esta é a vida do cristão. Portanto, é próprio do Espírito Santo descentrarmo-nos do nosso “eu”, abrindo-nos ao “nós” da comunidade: receber para dar. Nós não estamos no centro: somos um instrumento daquela dádiva para os outros.

CRISMA 1 - Ungidos pelo Espírito
CRISMA 2 - Oração sobre os Crismandos e Crismação
CRISMA 3 - Frutos do Sacramento

Continuar em Documentos "Papa - 1. Catequeses - Crisma"

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