Assembleia Diocesana de Catequistas Coordenadores 2013

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Publicado em Quinta, 19 Setembro 2013

Catequistas imprescindíveis para a realização do Plano Pastoral da Diocese

Foi no passado dia 14 de Setembro, no auditório do Colégio de São Teotónio, em Coimbra, que decorreu a Assembleia Diocesana de Catequistas Coordenadores. O Bispo de Coimbra procurou perante 180 catequistas coordenadores das mais diversas paróquias apresentar a Ação Catequética que é pretendida para a Diocese e a sua inserção no Plano Pastoral Diocesano.

 

Num primeiro momento D. Virgílio desenvolveu o tema da Vocação e da Missão do Catequista referindo: “ …não fomos nós que escolhemos a nossa missão, é Jesus quem nos escolhe. Ninguém é catequista ou sacerdote porque gosta daquilo que faz, é claro que para trabalhar com crianças e jovens é necessário gostar, mas a primeira razão é de ordem da fé, porque acreditamos que foi uma missão que Deus nos deu para colaborar na Sua Igreja. A missão do catequista é uma tarefa e uma graça como ministério que é pedido por Deus. E se Deus nos chama, ninguém tem o direito de dizer que não. Um catequista é um escolhido por Deus para proclamar a Sua Palavra. Sendo uma vocação, é um ministério e uma participação “especial” de Cristo na sua Igreja que se centra no anúncio da Palavra em plena ação nas nossas comunidades. Um catequista tem que ter consciência plena de que é um ser habitado por Deus, precisa de ter uma vida espiritual que o ajude a inserir-se na Igreja, de forma a que as suas palavras sejam testemunho. O primeiro meio de evangelização é a vida, é aquilo que sentimos, é aquilo que vivemos…Isto significa, muita familiaridade com Cristo, através da oração, dos ministérios (Palavra, Eucaristia e Confissão) ”. O prelado reconhece que muitas vezes isto é o ponto fraco das nossas comunidades cristãs. “Todo o ministério da Palavra do catequista está dependente da sua santidade, da forma como vive e se relaciona com o mundo e com Deus”.

“O catequista tem de possuir três virtudes essenciais para um bom desempenho da sua missão: fé, esperança e o amor; tem de ter Jesus Cristo como modelo, procurar que a sua vida tenha manifestações de fé e, depois, que seja testemunha na sua comunidade cristã e na sociedade.

Tem de ter esperança cristã, ou seja, acreditar mesmo que os frutos não sejam palpáveis, cultivar a paciência ao longo da missão, sobretudo na relação com as crianças e com os pais, e estar sempre numa atitude de vigilância.

Por último, o catequista sabe que Deus é amor, portanto, deve exercer o seu ministério por caridade. Todo o ministério que é exercido tem origem na caridade pastoral, que se baseia na caridade e no amor de Jesus Cristo. “Peço-vos para agirem na caridade e na Palavra de Jesus Cristo”.

Num segundo momento o Bispo de Coimbra apresentou o Plano Pastoral para a Diocese, realçando a urgência da Evangelização e da Catequese em geral e, particularmente, da Catequese de Adultos e esperando que os catequistas estejam sempre na “linha da frente” no que diz respeito à concretização do citado Plano Pastoral.

Da parte da tarde o P. Manuel Ferrão entregou e explicou o programa do SDEC para o ano pastoral 2013-2014 e a Teresa Costa apresentou uma proposta para a vivência do próximo Advento. O encontro terminou com um momento de Adoração da Cruz dinamizado pelo Secretariado das Vocações.